terça-feira, 28 de outubro de 2014

Que fim levou o processo ambiental no MPF?

Em fevereiro de 2013 a prefeitura foi notificada pelo Ministério Púbico Federal para que o município realizasse um mapeamento de todos os pontos de despejo de esgoto sem tratamento em toda a extensão do município, e o prazo para atender a demanda seria de três meses.


Consta ainda que além do mapeamento, o município teria que elaborar um plano estratégico para extinguir em definitivo com o despejo de esgoto “in natura” no Rio Itabapoana, entretanto até o momento somente temos em andamento a obra de saneamento do bairro Lia Márcia que dispensa mais comentários.



Fica a pergunta se o município cumpriu com a determinação do MPF, será que o prazo foi cumprido ou prorrogado? Ou o município está pagando uma multa diária de R$ 1.000,00 estipulada na notificação? Com a palavra o departamento de meio ambiente do município!

Sugestão na defesa do Itabapoana

Na sessão ordinária de segunda-feira passada (27/10) o vereador Moacir Almeida teve provado seu requerimento solicitando a secretaria de obras para que a mesma realizasse uma limpeza nas margens do Rio Itabapoana entre a Cedae e a ponte da divisa.

Segundo ele relatou que tal requerimento foi estimulado pela abordagem de um cidadão que contrariado com o que viu decidiu cobrar acertadamente a uma autoridade pública, e para contribuir na solução deste problema crônico deixo nesta publicação uma sugestão.

O ponto nervoso do despejo de lixo nas margens do rio no trecho abordado no requerimento se encontra aos sábados com o movimento da feira livre, mesmo com o poder público disponibilizando barracas, uniformes e QUARENTA LIXEIRAS, feirantes e cidadãos que frequentam a feira continuam jogando lixo na margem do rio sistematicamente.

E a sugestão é que se desloque a feira para a rua José Bastos Borges na quadra entre a esquina da Cedae e da antiga subestação de energia, lembrando que neste mesmo local a feira livre funciona no período das festas de agosto para dar espaço para as barracas, em média os feirantes trabalham dois sábados no mês de agosto nesta rua, e o movimento não sofre nenhuma alteração.

Outra vantagem na mudança de local da feira conforme sugerido acima será o impacto positivo que teremos em nosso caótico trânsito nos sábados pela manhã, com a liberação da rua da beira rio os condutores terão mais uma opção de tráfego no centro da cidade.

Tudo é uma questão de diálogo e ampla publicidade, o local sugerido para estabelecer a feira livre é muito próximo de onde funciona atualmente e com uma divulgação ampla em todos os veículos de comunicação do município os frequentadores da feira não terão a menor dificuldade em caminhar uma quadra a mais. 

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Moradores de Calheiros alertam sobre agressões ambientais

Por Leonardo Decimoni

"Quem já se divertiu nessas águas da cachoeira de calheiros curte pois agora não cabe nem num cano de 75mm devido ao abastecimento o SAAE abril seus registros enquanto sobra água na estação e ajuda alguns. A cachoeira se acabou. Se o SAAE controlasse sua captação não faltaria água, (não para tomarmos banho) e sim para os peixes e animais que poucos ainda restam.


Vocês não imaginam como está esta cachoeira.

Quem já desfrutou desta cachoeira curte. QUANTAS CURTIDAS VALE PARA A NATUREZA????????"

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Poluição ambiental na publicidade comercial

Com a evolução do alcance da internet atingindo um público cada vez mais abrangente, o potencial publicitário da rede mundial de computadores ganhou uma força inquestionável e um dos benefícios desta inovação tecnológica se mostrou na diminuição de consumo de papel em diversas atividades profissionais e publicitária.

Porém alguns seguimentos de mercado ainda insistem em investir, ou jogar dinheiro fora, em velhas e arcaicas práticas publicitárias no comércio, e a panfletagem contratada para difundir marcas, serviços e produtos vive na contramão ambiental dos dias atuais.

Na semana passada estava eu e um amigo conversando na rua Tenente José Teixeira quando passou dois rapazes que foram contratados para panfletar o anuncio de um determinado consórcio de motocicletas e o que se viu foi uma verdadeira afronta ao meio ambiente.

Os dois rapazes contratados pelo consórcio estava deliberadamente jogando os panfletos no chão, de qualquer maneira e dentro de estabelecimentos comerciais, na estratégia de alguém se interessar com esses panfletos no chão e fechar um negócio com eles.



E o pior é o despreparo desses rapazes que são contratados a laço quando eu e meu amigo chamamos a atenção deles sobre terem jogado o lixo no chão, um deles todo arrogante ainda quis no convencer que ele estava certo. 
Portanto em nome da prepotência porca do contratado para panfletar o consórcio deixo a publicidade de quem emporcalha nossa cidade, nossas residências e estabelecimentos comerciais.