sábado, 8 de novembro de 2014

Ordenamento urbano passa longe de todos os debates de políticas públicas do município

Bom Jesus do Itabapoana tem se tornado uma cidade cada vez mais hostil tanto para quem nela vive como para quem ela visita, são muitos os aspectos que afugenta investimentos e turistas, além de proporcionar uma qualidade de vida para os munícipes muito distante do desejado.

O poder legislativo nas prerrogativas de legislar e fiscalizar está devendo muito aos contribuintes medidas e cobranças do cumprimento legal para tornar Bom Jesus do Itabapoana em uma cidade minimamente decente de se viver, no atual quadro em que se encontra, fica difícil cantar que Bom Jesus é “terra da hospitalidade”.

Se levarmos em conta a constante poeira, a lama, o calor e o lixo espalhado por toda cidade teremos que mudar o hino de BJI para enquadra-la como “terra de hostilidade”.

E o que os nobres vereadores tem feito para conter este processo de deterioração ambiental urbana? Todos estão testemunhando o surgimento de novos loteamentos sem a menor infraestrutura e nada fazem, todos testemunham o corte indiscriminado de encostas e barrancos dentro da cidade, e nada falam.

A fotografia que ilustra este artigo retrata perfeitamente a realidade ambiental de Bom Jesus, onde temos um ponto de ônibus sem abrigo, deixando os passageiros sob sol escaldante ou sob a chuva, e para incrementar o cenário hostil, no lugar do abrigo para passageiros, temos lixeiras abarrotadas com o lixo espalhado pelo chão.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

A falta de critério técnico gera desequilíbrio ambiental

No manifesto abaixo, o internauta do distrito de Calheiros alerta sobre o equívoco na captação de água para a Estação de Tratamento de Água desta comunidade, há muito vem se protestando neste espaço contra a falta de planejamento ambiental na gestão do SAAE e a situação está cada vez mais se agravando.

domingo, 2 de novembro de 2014

O impacto ambiental do crescimento desordenado

Foto: Facebook/Carla Cavichini Salim
Os bom-jesuenses estão cada vez mais perplexos com a crescente agonia vivida pelo Rio Itabapoana, o assoreamento avança em uma velocidade espantosa mas que não espanta as autoridades e a maioria da sociedade que se mantém indiferentes com o prenuncio de uma grave crise de abastecimento.

Atualmente a principal agressão sofri pelo Itabapoana está do despejo diário de toneladas de lama proveniente de diversos pontos da cidade vindo pelas galerias pluviais, em especial destaque temos a cratera que se formou na encosta da Rua Guilherme Mathias, proveniente de uma obra irresponsável de escoamento pluvial realizada pela prefeitura.

A fotografia publicada acima foi registrada pela bom-jesuense Carla Cavichini Salim, que reside em Niterói e está passando o dia de finados em sua terra natal, e como sua família reside próximo ao rio ela ficou incomodada com o avanço do assoreamento.
Além da cratera que despeja uma infinidade de lama no rio outro fator foi decisivo para este processo que está asfixiando o Itabapoana de morte está no crescimento desordenado da sede do município, desde 2010 que diversos loteamentos e empreendimentos imobiliários estão contribuindo decisivamente com as agressões ambientais.

Observem nesta segunda fotografia que foi registrada pera esta matéria no sábado (01/11/2014) as 12:30 h, e mesmo com o sol e o dia limpo a lama é despejada no rio por uma das galerias, e cabe salientar que o último dia que choveu em Bom Jesus foi na quarta-feira (29/10/14). Mesmo três dias sem chuva e com sol forte a lama permanece descendo direto no rio.

Desde 2011 que jamais observei o poder público se preocupar com a crise ambiental estabelecida em nossa única finte de abastecimento de água, a prefeita em momento algum sequer citou o rio em qualquer discussão, o departamento de meio ambiente está completamente amarrado aos interesses alheios ao meio ambiente e com isso o assoreamento somente se agrava. 
Apenas neste ano de 2014 que testemunhei os vereadores Celso Rezende que se pronunciou a respeito do problema, e recentemente o vereador Moacir Almeida protocolou e teve aprovado um requerimento solicitando a limpeza da margem do rio na centro da cidde.

É necessário e urgente que a fiscalização de posturas e o ministério público determinem a regularização de todos os loteamentos que estão produzindo lama em qualquer ponto da cidade, esses empreendimentos que são regularizados sem a menor infraestrutura estão matando o Rio Itabapoana.
Este mesmo alerta está sendo publicado desde o início de 2012 e até o momento não houve nenhuma mobilização em defesa do rio, o tempo está passando e a situação se agravando sem que haja nenhuma iniciativa para reverter este quadro.

sábado, 1 de novembro de 2014

Prevenção da dengue | Os entulhos de sempre para viabilizar a epidemia de sempre

A temporada de calor e fortes chuvas já chegou e os riscos de contaminação ou até de uma propagação de uma epidemia de dengue são reais, bastando percorrermos por todos os bairros e distritos do município que facilmente constataremos o fato e o risco.

O fato constatado por quem transita pelas ruas de Bom Jesus do Itabapoana é que o acúmulo de lixo e entulhos está cada vez mais gritante e receptivo para a disseminação do mosquito da dengue, são muitos entulhos que ficam dias acumulados pelas ruas, carcaças de veículos expostos ao tempo se tornarão em uma verdadeira indústria de mosquitos transmissores por todos os cantos.


Desde de 2010 que vivemos ininterruptas epidemias de dengue e o quadro somente se agravará se a prefeitura mantiver este contrato com a empresa Top Mak que está conseguindo piorar um serviço que já era considerado péssimo, e os pequenos lixões propagam pela cidade como se fosse uma praga.